Fluacode
Ensino Fundamental · 6º ao 9º ano

Ensinar programação na escola nunca foi tão simples.

O Fluacode é o Componente curricular 100% pronto. Os alunos praticam código real e o professor conduz as aulas sem precisar saber programar.


        

o que o aluno vê

O aluno digita. O mundo responde.
32aulas no ano, em 4 blocos de 8
6missões em cada aula de conteúdo
13atividades sem computador
50minutos por aula, com variantes de 45 e 60
4séries, do 6º ao 9º, com progressão declarada
Por que agora

A Computação entrou na grade. Com o Fluacode, ela entra pronta.

O Parecer CNE/CEB nº 2/2022 e a Resolução CNE/CEB nº 1/2022 trouxeram a Computação para a Educação Básica como complemento à BNCC. O horário já existe no currículo — e aqui ele chega preenchido, do primeiro dia de aula ao relatório do conselho de classe.

Currículo em dia já na primeira aula

Cada uma das 32 aulas chega com a habilidade declarada e o eixo definido, alinhados às normas de Computação na Educação Básica. A coordenação abre o material e já tem o que apresentar à supervisão.

Um diferencial que a família enxerga

O aluno sai da aula com um jogo que funciona e mostra em casa. É o tipo de resultado visível que sustenta conversa de matrícula, feira de ciências e reunião de pais.

Implantação em uma reunião

Nada para instalar, nada para comprar e nada para adaptar: roda no navegador que a escola já tem, o calendário se ajusta ao regime dela e o professor sai formado em quatro horas.

Como funciona

Três peças que resolvem o dia da aula.

1. O aluno escreve código de verdade

Não é arrastar blocos coloridos. É texto, com ponto, parêntese e aspas — a linguagem Luau, a mesma dos jogos que ele já joga. Roda direto no navegador, sem instalar nada, sem conta na Roblox e sem enviar dado nenhum para fora.

Cada missão pede o conceito, não só o resultado na tela: quem monta a torre repetindo cinco linhas em vez de usar o laço não passa, e recebe a explicação do motivo.

2. O professor recebe a aula pronta

Roteiro cronometrado que soma os 50 minutos, fala sugerida para abrir e para fechar, os três erros que a turma vai cometer e o que responder em cada um, rubrica de avaliação e adaptações para quatro perfis de aluno.

Durante a prática, o Modo Professor mostra na tela dele a solução e os enganos comuns da missão em que a turma está.

3. A aula acontece mesmo sem computador

Toda aula tem um Plano B desplugado, com a mesma habilidade, papel e giz. Laboratório ocupado, queda de energia ou internet fora não cancelam o componente — e a escola sabe disso antes de assinar.

O ano inteiro

32 aulas, 4 blocos, 4 Mostras.

Não são 40. Um componente semanal perde de 6 a 8 aulas por ano com feriado, prova, conselho e passeio — 32 é o tamanho que sobrevive ao calendário real. Cada bloco termina numa Mostra, que é onde a nota do período fecha.

Abaixo, o Bloco 1 aula a aula. Os outros três seguem a mesma estrutura e o índice completo vai na proposta enviada à escola.

aula de conteúdo aula de projeto Mostra do bloco

Serve para bimestre, trimestre e semestre

A unidade de conteúdo é a aula numerada, nunca o bimestre. A escola declara o regime, as aulas por semana e as semanas letivas, e o console distribui as 32 no calendário dela — encaixando a avaliação de cada período na Mostra que couber, para nunca avaliar no meio de um projeto.

E sobra material para quem tem mais tempo

Escolas com 46 semanas letivas recebem um banco de 8 aulas de aprofundamento — desafios e oficinas — encaixadas depois da Mostra de cada bloco. Elas não entram na numeração: a aula 8 continua sendo a Mostra, em toda escola.

Dentro de um plano de aula

O professor abre um arquivo e dá a aula.

Este é o plano real da Aula 11, reduzido. Todos os 32 têm a mesma estrutura, e todos carregam as três marcações que a coordenação cobra: série, eixo com nível e pré-requisito.

Aula 11 — Se, então 6º ano Decisão · nível 1 requer a Aula 5 EF06CO01
Abertura: a pergunta que o computador faz

Turma sentada e logada. O professor não explica ainda — provoca.

“Quem já jogou alguma coisa em que a porta só abre se você tem a chave? Hoje vocês vão escrever a parte do jogo que decide isso.”

Demonstração ao vivo, com erro de propósito

O professor escreve o if no projetor e esquece o then. A mensagem de erro aparece em português, e ele lê em voz alta — modelar leitura de erro é conteúdo, não perda de tempo.

Prática: 6 missões

A aula está cumprida quando o aluno chega à missão 4. As missões 5 e 6 existem para quem termina rápido não ficar ocioso — e não valem nota extra, para não punir ritmo.

Erros previstos, com resposta pronta

Escreve = no lugar de == · põe aspas em "true" e a condição fica sempre verdadeira · abre a porta fora do if, e ela abre até sem chave.

Fechamento e registro

Uma frase de síntese dita pela turma, e o progresso já gravado por aluno no painel — sem o professor precisar corrigir nada em casa.

E mais, em todo plano

  • Antes da aula

    o que abrir, o que projetar e o que separar, em uma lista curta.

  • Plano B desplugado

    a mesma habilidade sem computador, para o dia em que o laboratório cai.

  • Rubrica em três níveis

    com o critério “Avançado” definido por intenção e explicação, nunca por tamanho do projeto.

  • Para casa

    opcional e sem computador, porque nem todo aluno tem máquina em casa.

Adaptações para o aluno

Toda escola tem aluno de inclusão por lei, e todo plano traz orientação para quatro perfis: o que já lê e escreve com fluência, o que precisa de mais tempo, o que se desorganiza com estímulo demais e o que ainda está alfabetizando.

Na plataforma isso é botão, não promessa: tamanho de letra em três níveis, espaçamento ampliado, alto contraste e modo calmo, que esconde pontos, ofensiva e confete para o aluno ansioso ou com TDAH — sem parar de registrar o progresso dele.

Sem computador

O caderno desplugado vem junto, não é extra.

Treze atividades com papel, giz e corpo, indexadas por aula: a escola sabe exatamente qual atividade substitui qual dia. A caixa de materiais do componente inteiro custa menos de R$ 50 e dura o ano.

O robô humano

Um aluno é o computador e só obedece a instruções literais. É onde a turma descobre sozinha que “vá até a porta” não é um comando — e por que a ordem das linhas importa.

A fila de comandos

Cartas embaralhadas no chão que a turma precisa ordenar para o colega chegar ao destino. É a mesma habilidade da Aula 1, sem uma tela na sala.

Caça ao erro

Um algoritmo escrito no quadro com um defeito plantado. Quem acha explica por que está errado — que é o que a prova de fato cobra.

As atividades vêm com as cinco regras do método, para que qualquer professor conduza sem ensaio: uma instrução por vez, ninguém corrige em voz alta antes do grupo tentar, o erro é lido antes de ser apagado, todo mundo assume o papel do computador ao menos uma vez, e a aula fecha com a turma dizendo a regra que descobriu.

Do 6º ao 9º

O que é conteúdo de cada série, declarado.

A marcação não é “esta aula é do 6º ano”. É este conceito, neste nível, é do 6º ano — doze eixos de conteúdo atravessam as quatro séries, e o que muda a cada ano é a profundidade, não o assunto. Sem isso a coordenação não renova, e a família reclama de pagar duas vezes pela mesma coisa.

NívelSérieO que o aluno fazExemplo no eixo Decisão
N16º anoComando: manda o computador fazer, repetir e decidir em casos diretos.Um if com uma condição.
N27º anoFluxo: encadeia decisões e repetições para produzir um comportamento.Decisões encadeadas e condições combinadas.
N38º anoEstrutura: organiza o código em partes com responsabilidade própria.Decisão que consulta estado guardado em coleção.
N49º anoSistema: projeta, testa e publica algo que outra pessoa usa.Regra de jogo validada em playtest com outra turma.

Para a turma que adota o componente fora do começo — a escola que entra direto no 8º ano — existe uma trilha de nivelamento de 6 aulas. Está escrito na proposta comercial que ela não substitui os anos anteriores.

O que a pesquisa mostra

Cada decisão do material tem uma razão publicada.

Não são referências decorativas. Cada uma sustenta uma escolha concreta de desenho — e onde a evidência é fraca, está escrito que é fraca.

Por que ensinar depuração explicitamente

Ensinar a ler o erro, com o professor modelando, produziu ganho no domínio dos conceitos básicos em crianças de 8 e 9 anos4. Em um estudo com iniciantes, a mediana de acerto subiu de 60% para 80% e o tempo de tarefa caiu de 28,7 para 10,7 minutos5. É por isso que a Aula 6 se chama “Erro não é fracasso” e existe missão de consertar código em toda aula.

Por que texto e não blocos

Blocos reduzem carga cognitiva do iniciante3, mas a transição do bloco para o texto é um problema documentado, com pouca transferência inicial2. Por isso o aluno começa em texto desde a primeira linha, com a anatomia da linha explicando cada pedaço — em vez de aprender blocos e ter de reaprender depois.

Por que o desplugado não é castigo de dia sem laboratório

Uma revisão de 49 estudos entre 2006 e 2022 encontrou ganho ao menos equivalente ao do ensino digital1. A ressalva também está no material: a literatura aponta inconsistência e falhas metodológicas nessa área6.

Por que a correção é automática e imediata

Alunos avaliam o retorno baseado em teste do resultado como o mais útil entre os tipos de feedback automático7. É o que permite 30 alunos em ritmos diferentes sem o professor virar gargalo.

O que não afirmamos. O Fluacode ainda não tem resultado medido em sala. As referências acima sustentam o desenho do material, não um efeito já observado com nossos alunos. Em particular, o efeito g = 0,55 que circula em campanhas de correção automática vem de pesquisa sobre produção escrita, não sobre programação — e por isso não é usado aqui.

Referências

  1. Unplugged activities in K-12 computer science education: a systematic review. International Journal of STEM Education, 2023. link.springer.com/article/10.1186/s40594-023-00434-7
  2. Supporting learners in the transition from block-based to text-based programming: a systematic review. Computers and Education Open, 2025. sciencedirect.com/science/article/pii/S2590118425000280
  3. Block-based versus text-based programming environments on novice student learning outcomes: a meta-analysis. Computer Science Education, 2019. eric.ed.gov/?id=EJ1218045
  4. Explicitly Teaching Debugging in Primary School: Effectiveness, Transferability and Durability. Koli Calling, 2025. dl.acm.org/doi/10.1145/3769994.3769999
  5. Enhancing Novice Programmers' Debugging Skills through Systematic Education: A Comparative Study. IEEE, 2024. ieeexplore.ieee.org/document/10772104
  6. A critical review of literature on “unplugged” pedagogies in K-12 computer science and computational thinking education. Computer Science Education, 2020. tandfonline.com/doi/full/10.1080/08993408.2020.1789411
  7. A Survey on Feedback Types in Automated Programming Assessment Systems. ACM Transactions on Computing Education. dl.acm.org/doi/10.1145/3773911
  8. Parecer CNE/CEB nº 2/2022 e Resolução CNE/CEB nº 1/2022 — normas sobre Computação na Educação Básica, complemento à BNCC.
Preço

Por aluno do componente, por mês.

As faixas são progressivas: cada faixa vale apenas para os alunos que estão dentro dela, como imposto de renda. Assim nunca acontece de matricular um aluno a mais e a conta subir de degrau.

AlunosPor aluno / mêsExemplo
1 – 100R$ 8,0060 alunos (piso) — R$ 480 por mês
101 – 300R$ 6,50300 alunos — R$ 2.100 por mês, ou R$ 7,00 efetivos
301 – 600R$ 5,00600 alunos — R$ 3.600 por mês
601 – 1.200R$ 4,001.200 alunos — R$ 6.000 por mês
acima de 1.200R$ 3,20faixa aplicada apenas ao excedente

Piso de 60 alunos

Contrato mínimo de R$ 480 por mês. Abaixo disso o atendimento não se paga, e prefiro dizer isso antes de assinar.

Conta-se o aluno do componente

Não o total da escola. A recontagem é uma vez por ano, e o contrato é anual com cobrança mensal.

Cada CNPJ é um contrato

Duas unidades do mesmo grupo não somam para descer de faixa. A rede existe para o relatório consolidado.

Tudo incluído: plataforma do aluno, os 32 planos de aula, o caderno desplugado, o console da escola, o painel de turma, a formação de 4 horas e o suporte durante o ano letivo.

Perguntas da escola

O que a coordenação e o setor de tecnologia perguntam.

O aluno precisa de conta na Roblox?

Não. Os três primeiros blocos rodam inteiramente no nosso ambiente, no navegador da escola. A Roblox só aparece no quarto bloco, e ainda assim com duas rotas: a escola que quiser publicar lá usa a rota A; a escola que não quiser usa a rota B e publica no nosso ambiente, com link compartilhável. Nenhuma das duas exige conta de menor de 13 anos.

Funciona em Chromebook e em máquina antiga?

Sim. É uma página web, sem instalação, sem plug-in e sem placa de vídeo dedicada. Se o navegador abre, a aula acontece. O firewall da escola não precisa de exceção nenhuma.

Quem é o titular dos dados dos alunos?

A escola é a controladora e nós somos operadores — não buscamos consentimento das famílias por fora da escola. Coletamos apenas nome, matrícula, turma, progresso e o código que o aluno escreveu. Nunca CPF, e-mail, data de nascimento, foto ou laudo. O aluno entra com matrícula e um PIN de quatro dígitos que o professor distribui em etiquetas.

E se o professor nunca programou?

É o caso previsto, não a exceção. O plano traz a fala de abertura, a demonstração passo a passo, os erros que a turma vai cometer com a resposta pronta para cada um, e o Modo Professor mostra a solução da missão na tela dele durante a prática. A formação de 4 horas está incluída no contrato.

Como isso entra no boletim?

Cada aula declara a habilidade trabalhada e o eixo. A nota do bloco fecha na Mostra, com peso sugerido de 40% percurso, 40% projeto e 20% apresentação. O painel de turma exporta o relatório por aluno. Se a rede tiver referencial próprio, a coordenação cadastra os códigos dela uma vez e o sistema propõe a correspondência para revisão.

A escola perde o material se cancelar?

Os planos de aula e o caderno desplugado ficam com a escola em arquivo. O que encerra é o acesso à plataforma do aluno e ao painel.

Próximo passo

Abra a plataforma e escreva a primeira linha você mesmo.

Leva três minutos e é o argumento mais honesto que temos. Depois, se fizer sentido para a sua escola, conversamos sobre calendário, turmas e implantação.